Revolução Democrática na Bahia

Foto: Rafael Martins


Revolução Democrática
é o programa em curso na Bahia de ampliação de direitos sociais, inclusão de centenas de milhares de baianos no mercado de trabalho e de consumo, consolidação democrática das instituições do Estado e da sociedade civil e elevação da participação popular nas decisões públicas.

Num estado marcado por profundas desigualdades sociais, a Revolução Democrática na Bahia se afirmou pela inversão das prioridades. Desenvolvimento, inclusão e democracia passaram a ser um todo, inseparável, partes de um mesmo projeto. Agora, incluir é desenvolver. Essa estratégia mudou a presença do Estado na economia. O bolo cresceu mais porque está sendo repartido com os que mais precisam.

Uma análise das carências de água e saneamento, moradia, saúde e alfabetização, revela o quadro de injustiça social acumulado há décadas. É por isso, que as principais ações do governo focaram os pobres, os que necessitam do Estado presente em suas vidas. A Bahia se tornou referência em programas sociais, como o Água para Todos, Topa, Casa da Gente e na ampliação da rede hospitalar de saúde.

O governo enfrentou os gargalos do desenvolvimento. Avanços importantes foram alcançados. Na infraestrutura, a restauração de 4.000 km de estradas, a construção da Via Expressa portuária, as conquistas da Ferrovia Oeste-Leste e do Porto Sul, a garantia da ampliação do porto da capital, o projeto da ponte Salvador-Itaparica e obras estruturantes para a Copa 2014. Mais energia com o Gasene.

O PIB baiano cresceu acima da média nacional. Foram batidos todos os recordes na geração de empregos. Em menos de quatro anos, mais postos de trabalho com carteira assinada gerados que a soma dos 12 anos anteriores. Parcela desse sucesso deve-se à Revolução Democrática. É comum em toda a Bahia, inclusive em segmentos empresariais, a constatação da mudança do ambiente político e de negócios. Mais livres, as forças econômicas e sociais produziram mais em nosso estado.

A liberdade também chegou aos entes institucionais e federativos. Ao se firmar uma relação de autonomia e independência com os demais poderes, restabeleceu de fato a república na Bahia. A sociedade foi convocada à participação nas decisões de governo. A elaboração das políticas públicas foi uma tarefa realizada por milhares de mãos mobilizadas para a cidadania.

Começou com a peça maior do planejamento de governo, o Plano Plurianual, feito de forma participativa. Conferências setoriais em todas as áreas. Os movimentos sociais reconhecidos. Os empresariais tratados com profissionalismo. Os servidores públicos trocaram o protocolo sem resposta pela mesa de negociação. Negros, mulheres e jovens valorizados institucionalmente. Religiões respeitadas. Imprensa livre. Desobstruídos os canais da interlocução entre governo e sociedade, respira-se mais democracia na Bahia.